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<title>Palco Catolico</title>
    <link>https://www.palcocatolico.com.br</link>
    <description>Noticias Jequie e Regiao</description>
    <language>pt-br</language>
    <copyright>Solmaster</copyright>

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 Escutar para cuidar: o papel da Igreja diante dos sofrimentos do nosso tempo
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 <description>A escuta ganhou particular destaque no caminho recente da Igreja. No processo sinodal convocado pelo Papa Francisco, ela é apresentada como uma dimensão essencial da vida eclesial, da formação e do acompanhamento pastoral.<br><br>O Documento Final da XVI Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, realizado em 2024, chega a indicar a possibilidade de um ministério dedicado à escuta e ao acompanhamento, voltado especialmente a pessoas afastadas ou que buscam reaproximar-se da comunidade.<br><br>Ao apresentar o itinerário sinodal, em 2021, o Papa Francisco definiu o percurso como um “dinamismo de escuta recíproca”, lembrando que ouvir é o primeiro compromisso e que não se trata apenas de recolher opiniões, mas de escutar o Espírito.<br><br>A mesma perspectiva está presente no pontificado de Leão XIV. Em sua primeira encíclica, Magnifica humanitas, publicada em 25 de maio de 2026 e dedicada à salvaguarda da pessoa humana na era da inteligência artificial, o Papa recorda a responsabilidade de construir uma sociedade na qual a dignidade de cada pessoa seja protegida e destaca o diálogo como parte da vocação da Igreja.<br><br>Na apresentação do documento, fez um convite a “aprender a ouvir uns aos outros, a enfrentar com coragem os desafios do presente e a cooperar na construção de uma sociedade mais humana e fraterna”.<br><h2>A Igreja como primeira rede de apoio</h2>Há um esgotamento que não vem do trabalho. Vem da saturação. Da avalanche de estímulos e do desamparo de se estar ao alcance de tudo, o tempo todo, mas nunca por inteiro. É o retrato do tempo presente, em que o ser humano nunca esteve tão conectado e, ao mesmo tempo, tão só.<br><br>Nas paróquias, esse cansaço tem chegado com nome, rosto e horário marcado. São pessoas que não procuram conselhos prontos nem milagres. O que buscam, muitas vezes, é algo mais simples e mais raro: alguém que as olhe nos olhos, sem pressa, e simplesmente as escute.<br><br>O Cônego Ramon Ferreira, pároco da Paróquia Sant’Ana, em Silvianópolis (MG), e especialista em psicanálise, explica que é comum que pessoas em sofrimento de ordem espiritual, psíquica e até civil procurem a Igreja como primeiro apoio. “O padre entra em momentos nos quais talvez nenhum outro profissional entre. Está presente no casamento, no nascimento dos filhos, nas crises familiares, na doença, numa perda, num velório. Muitas vezes conhece várias gerações da mesma família”, diz. “Além disso, existe uma dimensão muito particular no ministério sacerdotal: a pessoa sabe que pode falar de coisas muito íntimas, sobretudo no âmbito sacramental, onde existe o sigilo absoluto”, complementa.<br><br>Segundo ele, essa confiança exige responsabilidade para reconhecer os limites e saber até quando o acompanhamento espiritual é suficiente e a partir de que momento se faz necessário o cuidado de um profissional. Direção espiritual, psicoterapia e psiquiatria são realidades distintas que podem e devem conversar, mas não podem ser confundidas. “Considero muito perigoso quando alguém transforma tudo em problema espiritual. Uma depressão não é falta de fé. Uma crise de ansiedade não significa que a pessoa reza pouco. Isso pode inclusive aumentar a culpa de quem já está sofrendo”, alerta o cônego. “A fé pode ser uma enorme força no processo de recuperação, mas ela não nos autoriza a negar a realidade. Se eu quebro uma perna, eu rezo e vou ao ortopedista. Uma coisa não elimina a outra”.<br><br>Essa perspectiva reforça a importância de olhar para o ser humano em sua integralidade, sem dividi-lo em gavetas. Corpo, psiquism e espiritualidade estão interligados e, quando uma dessas dimensões sofre, as outras também sentem.<br><br>Nessa compreensão, fé e ciência não se colocam como rivais, mas como olhares distintos que se complementam no cuidado da mesma pessoa. Como destaca o cônego, “a graça não destrói a natureza; trabalha nela. Deus pode agir através de uma oração, mas pode agir também através de uma psicóloga competente, de um psiquiatra, de um medicamento bem indicado. Quando cada uma respeita seus limites, elas não concorrem. Elas se completam”.<br><h2>Pastoral da Escuta: quando ouvir se torna uma missão</h2>Foi diante das muitas demandas que chegam diariamente às paróquias, que nasceu a Pastoral da Escuta. Idealizada pelo padre passionista José Carlos Pereira, teólogo pastoralista e doutor em Sociologia, a iniciativa partiu da percepção de que o atendimento sacerdotal já não dava conta da procura e de que boa parte de quem chegava não buscava confissão, mas alguém que a ouvisse.“Surgiu de uma necessidade que constatei lá pelos idos de 2006, 2007, quando fui pároco de uma grande paróquia no interior de São Paulo. Havia uma demanda gigantesca. Éramos três padres, mas não conseguíamos atender todas as pessoas. Todos os dias, das oito da manhã às cinco da tarde, sempre tinha um padre de plantão. No entanto, a maioria não procurava a confissão. Começamos a perceber que boa parte queria apenas alguém que as escutasse, porque não tinha quem as ouvisse”, recorda.<br><br>A percepção deu origem a uma equipe de leigos preparada para oferecer escuta pastoral. O que começou como resposta a uma necessidade concreta de uma paróquia tornou-se uma experiência partilhada com outras comunidades e dioceses. O primeiro grupo tinha cinco pessoas, com plantões na igreja matriz e em duas capelas, em horários fixos.“Começamos a divulgar que havia esse serviço e começou a dar certo. As pessoas procuravam para desabafar”, lembra o padre. Segundo ele, muitas vezes nem era preciso dizer nada: “No final diziam: ‘muito obrigado por você ter me ouvido’”.Quando se tratava de matéria de confissão, o encaminhamento era feito ao sacerdote. A prática, que deu resultado na paróquia, acabou sistematizada no livro Pastoral da Escuta, para que outras comunidades pudessem implantar a proposta.<br><br>O sacerdote esclarece que não é necessário ter formação em psicologia para atuar. E, mesmo quando há psicólogos entre os agentes, a abordagem permanece distinta. “Deixamos muito claro que não se trata de escuta no âmbito psicológico nem no âmbito sacramental. Se tiver psicólogo, é muito válido, mas ali ele não vai usar ferramentas da psicologia. É uma escuta espiritual, no Espírito, teológica”, ressalta. “Muitas pessoas podem imaginar que é um trabalho marginal da psicologia, e não é”.<br><br>Na Diocese de Taubaté (SP), a psicóloga Raquel Irene de Macedo coordena a Pastoral da Escuta no Santuário Santa Teresinha. Mestra em Ciências pela USP e especialista em Psicologia Clínica Psicanalítica, ela destaca que o serviço nasceu para oferecer acolhimento e escuta ativa, em atendimentos individuais, sigilosos e por busca espontânea, realizados em salas da igreja, com horário e duração delimitados.“Muitas vezes, a pessoa não precisa de uma resposta pronta ou de alguém que resolva o problema, mas de uma presença disponível, respeitosa e verdadeiramente interessada em escutá-la”, explica.Segundo Raquel, a preparação dos agentes é o pilar da pastoral. Além da boa vontade, é preciso preparo técnico, maturidade emocional e capacidade de se esvaziar para que o outro seja o centro. Os voluntários são formados para sustentar o silêncio sem julgar, aconselhar ou trazer a própria história, com formação humana e espiritual contínua, que inclui postura emocional, limites pastorais e técnicas de entrevista.<br><br>Para ela, a procura revela uma carência atual. “Muitas chegam trazendo situações difíceis, culpas, conflitos familiares, lutos ou ansiedades, sem encontrar um espaço onde possam falar sem julgamento. Vivemos em uma sociedade hiperconectada digitalmente, mas profundamente solitária”, observa. A coordenadora ressalta ainda o discernimento na escolha dos agentes. “O desejo de ajudar não se traduz automaticamente na aptidão para escutar. Quem chega querendo ser agente precisa, antes de tudo, ser cuidado. Outros trazem a ansiedade de dar conselhos e precisam aprender a arte do silêncio. O protagonista daquele momento nunca será o agente, mas a pessoa que fala à sua frente.”<br><br>O agente está ali para escutar e acolher, não para diagnosticar, tratar ou conduzir a vida da pessoa”, explica Raquel. Muitas vezes, a melhor intervenção é uma pergunta que ajude a pessoa a aprofundar o que vive. A própria escuta ativa permite identificar quando a demanda ultrapassa a proposta e exige encaminhamento.Em situações de crise ou risco, o cuidado é ainda maior. “Diante de sinais de ideação suicida, relatos de violência doméstica, surtos psicóticos ou depressão severa incapacitante, o agente é instruído a não conduzir sozinho. A postura é encaminhar para a rede intersetorial de cuidado e, em risco imediato, para os serviços de emergência”, orienta.<br><br>Implantada conforme as orientações do subsídio, a Pastoral da Escuta tem se mostrado uma resposta concreta que se soma aos demais serviços da Igreja. Ao lado da Pastoral da Acolhida, destaca-se hoje como uma das mais relevantes justamente por partir do princípio de que escuta é acolhimento. Em um contexto marcado por solidão e pelo aumento do sofrimento psíquico, o espaço da escuta olho no olho faz diferença. “Mais do que nunca isso é importante. As redes sociais não possibilitam aquela escuta olho no olho, de ser humano para ser humano. Mesmo que você tenha uma escuta a distância, nunca será igual a sentar ao lado de alguém que está ali para te ouvir, para te acolher, não para te julgar”, ressalta o padre José Carlos.<br><br>Esse chamado ganha ainda mais sentido em setembro, mês dedicado no Brasil à prevenção do suicídio. A Pastoral da Escuta reforça uma mudança de ênfase: menos respostas prontas e mais espaço para ouvir.<br><br>Gabi Bonvechio - Cidade&nbsp; do Vaticano<br><br>Fonte: Vatican News&lt;br /&gt;https://www.vaticannews.va> <![CDATA[<br><img src="https://www.palcocatolico.com.br/cache/escutar-para-cuidar-o-papel-da-igreja-diante-dos-sofrimentos-do-nosso-tempo-6fe9fc7f96.jpg" />]]>
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 Arcebispo de Chongqing é ordenado na China
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 <description>Foi realizada nesta terça-feira, 8 de setembro, na China, a ordenação episcopal de Andrea Ding Yang, nomeado pelo Papa Leão XIV, em 28 de julho, arcebispo de Chongqing, após a aprovação de sua candidatura no âmbito do Acordo Provisório entre a Santa Sé e a República Popular da China.<br><br>Dom Andrea Ding Yang nasceu em 16 de setembro de 1981, no distrito de Hechuan, em Chongqing. De 2000 a 2006, frequentou o seminário de Pequim. Após um ano de estágio pastoral na Paróquia São José, em Yuzhong, Chongqing, foi ordenado sacerdote em 24 de maio de 2007, tornando-se posteriormente vigário paroquial da mesma paróquia.<br><br>De 2009 a 2011, permaneceu em Macau, onde aprofundou seus estudos de teologia na Universidade de São José. De 2012 a 2014, foi formador no Seminário Teológico Nacional, em Pequim. Em março de 2014, transferiu-se para Roma, onde frequentou a Universidade da Santa Cruz, regressando à China no ano seguinte. Posteriormente, exerceu o ministério como pároco em Tongliang, Tongnan, Tongguanyi e Jiulongpo, na Arquidiocese de Chongqing.<br><br>Fonte: Vatican News&lt;br /&gt;https://www.vaticannews.va<br>> <![CDATA[<br><img src="https://www.palcocatolico.com.br/cache/arcebispo-de-chongqing-e-ordenado-na-china-d51ef18a3a.jpg" />]]>
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 Sejam testemunhas do amor, da justiça e da paz, pede Leão XIV aos jovens africanos
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 <description>Os jovens estão no centro das prioridades pastorais em países que passam por crises muitas vezes complexas. Este é o objetivo da primeira edição das Jornadas da Juventude da África Ocidental, que se realizam em Acra, capital de Gana, de 7 a 11 de setembro. O Papa enviou uma mensagem de vídeo ao evento, promovido pela Reunião das Conferências Episcopais da África Ocidental (RECOWA/CERAO), afirmando estar "convencido" de que "estes momentos intensos passados ??juntos os ajudarão a crescerem na fé e a se enriquecerem cada vez mais dos valores como o encontro e a abertura ao outro".<br>Não perder a esperança<br><br>"Vocês não são uma juventude sacrificada, como muitos podem pensar", enfatiza Leão XIV, especificando que os jovens são "o hoje de Deus, o hoje da Igreja". Essas palavras remetem a uma passagem da Mensagem de Bento XVI para a 25ª Jornada Mundial da Juventude, em 2010, na qual o pontífice falou dos jovens como um "tesouro inestimável". Isso é ainda mais verdadeiro para aqueles que vivem em regiões conturbadas, situações que ameaçam o futuro de tantos recursos humanos.<br><br><span class="citacao">"&nbsp;&nbsp;&nbsp; “Num momento em que tantas crises parecem obscurecer seu horizonte, quero encorajá-los a seguirem em frente sem perder a esperança. Sei bem como o peso da dúvida, da incerteza e, às vezes, da insegurança pode ser pesado sobre seus ombros e atrapalhar seus planos para o futuro.”"</span><br><h2>Construir pontes entre povos, culturas e religiões</h2>A iniciativa africana, que tem como tema "Tenham coragem" (João 16, 33), estruturada em torno da experiência das recentes Jornadas Mundiais da Juventude em Lisboa, surge do desejo dos bispos da região de oferecer aos jovens católicos um espaço comum de fé, encontro e formação. Unir-se "para ajudar a promover mudanças positivas em suas sociedades" é o que o Papa espera para as novas gerações dessas nações. Inspirando-se em Jesus, o apelo de Leão XIV é para que "ninguém seja marginalizado, isolado, excluído ou rejeitado. Sejam construtores de pontes", enfatiza ele, "entre povos, culturas e religiões". O desafio é grande, assim como o incentivo.<br><span class="citacao">"&nbsp;&nbsp;&nbsp; “Queridos jovens, conto com vocês e confio em vocês; a Igreja confia em vocês. Com as suas palavras e ações, transmitam uma mensagem forte ao nosso mundo, assolado por guerras e conflitos de toda a espécie. Sejam testemunhas do amor, da justiça e da paz. Não sacrifiquem a sua juventude, tão preciosa, no altar dos prazeres efêmeros e da superficialidade.”"</span><br><h2>Oração pelo desenvolvimento humano integral das nações</h2>A ideia de um encontro da juventude católica da África Ocidental surgiu de um pedido dos próprios jovens: Burkina Faso propôs a iniciativa em 2019, e os bispos deram sua aprovação no ano seguinte, mas o evento teve que ser adiado devido à pandemia. Muitos enfrentam insegurança, migração irregular, desemprego e pobreza. É preciso coragem para promover um despertar que conduza sociedades inteiras e lideranças rumo ao bem comum e à harmonia. O Sucessor de Pedro está ciente disso e, portanto, reitera a exortação que ele mesmo fez no ano passado em sua Mensagem para a Jornada Mundial da Juventude: não se fechar em si mesmo, mas sair em busca de respostas para as perguntas mais profundas e aos desejos mais autênticos. Sua bênção especial para os trabalhos que começam nesta segunda-feira, 7 de setembro, é acompanhada pelo olhar materno de Maria:<br><br><span class="citacao">"&nbsp;&nbsp;&nbsp; “Confio-os à Virgem Maria, Rainha da Paz, pensando especialmente nas pessoas de seus países que, por vezes, têm de enfrentar crises complexas. Que Ela interceda junto de seu Filho, Jesus Cristo, para o desenvolvimento humano integral de suas amadas nações.”"</span><br><br>Fonte: Vatican News&lt;br /&gt;https://www.vaticannews.va<br>> <![CDATA[<br><img src="https://www.palcocatolico.com.br/cache/sejam-testemunhas-do-amor-da-justica-e-da-paz-pede-leao-xiv-aos-jovens-africanos-6695ee1e00.jpg" />]]>
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 Cardeais do Brasil se reúnem em debate inédito sobre Igreja e política para as Eleições 2026
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 <description>Em um momento marcante para a formação cidadã do país, sete cardeais brasileiros participaram do programa especial “Igreja e política – Diálogo dos Cardeais do Brasil”, transmitido ao vivo direto dos estúdios da Rede Vida, em Brasília (DF). O encontro reuniu grandes lideranças da Igreja Católica para discutir os principais desafios das eleições de 2026 e o papel da fé na conscientização política, à luz do Magistério e dos documentos eclesiais.<br>O debate contou com a presença dos cardeais Dom Odilo Pedro Scherer, Dom Orani João Tempesta, Dom Jaime Spengler, Dom Sérgio da Rocha, Dom Paulo Cezar Costa, Dom Raymundo Damasceno Assis e Dom João Braz de Aviz. Sob a apresentação do jornalista Paulo Júnior, o programa teve duas horas de duração voltadas ao incentivo do diálogo, da responsabilidade social e do compromisso com o bem comum.<br><h2>Estrutura do debate e participação do público</h2>A transmissão foi organizada em quatro blocos dinâmicos para aprofundar os temas propostos:<br>Reflexões Iniciais: Abertura com considerações de cada cardeal sobre o panorama político e social do país.<br>Debate Interativo: Momento de diálogo e troca de perspectivas entre os participantes sobre a relação entre Igreja, política e cidadania.<br>Voz dos Telespectadores: Bloco dedicado a responder perguntas do público, previamente selecionadas por uma comissão organizadora.<br>Mensagem Final: Encerramento com considerações individuais e diretrizes para o fortalecimento da democracia e do bem comum.<br><h2>Mobilização da rede nacional de comunicação católica</h2>A iniciativa, apoiada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), contou com uma grande cadeia nacional de transmissão em parceria com a SIGNIS Brasil, integrando diversas emissoras de rádio e TV de inspiração católica.<br>Além do programa ao vivo, equipes de jornalismo acompanharam os bastidores e realizaram entrevistas com as autoridades eclesiásticas, reforçando o compromisso da imprensa católica com a promoção da verdade, da paz e da formação da consciência cidadã durante o processo eleitoral de 2026.> <![CDATA[<br><img src="https://www.palcocatolico.com.br/cache/cardeais-do-brasil-se-reunem-em-debate-inedito-sobre-igreja-e-politica-para-as-eleicoes-2026-2f2feaf6ec.jpg" />]]>
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 Paróquia de Santa Inês prepara 4ª edição do Bloco Vem Pra Cristo
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 <description>A Paróquia Santa Inês, no sul da Bahia, já está nos preparativos para a 4ª edição do Bloco Vem Pra Cristo, que acontece no dia 26 de setembro. Liderado pelo Padre Tony, o evento convida toda a comunidade local e da região para uma tarde de evangelização, celebração e manifestação pública da fé.<br>Com o tema “Fé que anima, amor que transforma!”, o bloco busca reunir fiéis em um momento de alegria e união. A concentração do evento será às 15h, na Praça da Igreja Matriz de Santa Inês.<br><h2>Como participar e garantir a camisa oficial</h2>Os interessados em acompanhar o bloco com a identidade visual da festa já podem adquirir a camisa oficial desta edição pelo valor de R$ 25.<br>Para mais informações, compras e esclarecimentos, a organização disponibiliza os seguintes canais de contato:<br>Secretaria Paroquial: (73) 3612-0955<br><br><br>> <![CDATA[<br><img src="https://www.palcocatolico.com.br/cache/paroquia-de-santa-ines-prepara-4ª-edicao-do-bloco-vem-pra-cristo-9f39009671.jpg" />]]>
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