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Nigéria - Bispos protestam contra as violências de Boko Haram

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À cabeça do cortejo, estava o Presidente da Conferência Episcopal, D. Augustine Akubueza, que acusou o Governo Federal da Nigéria de não garantir suficientemente a segurança da população, de modo particular os cristãos, perante o multiplicar-se de actos de violência da parte de grupos extremistas de Boko Haram.

O arcebispo fez-se porta-voz dos nigerianos cansados das afirmações do gGverno que continua a propalar a derrota dos terroristas. “O assassínio dos filhos de Deus é mau; a não protecção de pessoas inocentes de ataques é má; a não persecução dos terroristas é má” – disse o Bispo que continuou:

Não podemi fingir que tudo está bem

“Há demasiadas sepulturas de massa, demasiados raptos, invasões de casas, de pessoas, de lugares sagrados como igrejas, mesquitas, seminários”. Ele sublinhou ainda que o silêncio equivale a uma aprovação destes actos delituosos.

“Não podemos fingir que tudo está bem na Nigéria" – frisou por seu lado o arcebispo Ignatius Kaigama, na homilia da Missa de abertura da Assembleia plenária dos Bispos nigerianos que precedeu o protesto de rua. Possam as nossas orações – disse – varrer o mal que assola a nossa terra, banhada pelo sangue de cidadãos inocentes.

Precisamos de ter acesso aos nossos líderes (Presidente e vice-Presidente). Precisamos de trabalhar juntos para erradicar a pobreza, as matanças, a má governação e todos os desafios da nação nigeriana, disse D. Kaigama, citado pela Agencia noticiosa, Naija.

Sacerdote raptado domingo já foi libertado

Entretanto, há notícias de que um sacerdote raptado domingo 1 de Março já foi libertado – informou a sua Diocese que agradeceu pelas orações por esta causa.

O sacerdote raptado o P. Davide Echioda, da Diocese de Otupko, no Estado de Bénue, centro do país. Ele trabalha no Seminário Menor de Ochobo, Mas no domingo, tinha-se deslocado a uma outra região para celebrar a Missa e ao regressar ao Seminário na parte da tarde fora atacado por alguns homens armados que o raptaram.

fonte: http://www.vaticannews.va

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